Em Portugal, o socialismo é vivido como memória emocional pós-25 de Abril, não como sistema. Mas o socialismo real é arquitectura de poder: substitui a ordem espontânea por planificação, transfere soberania para o estado e exige coerção crescente.
Continue readingPortugal e o Veneno que Chamamos Virtude
O socialismo português venceu primeiro na mente: prometeu protecção, anestesiou a responsabilidade e criou dependência. Não é apenas um erro económico, mas uma deformação psicológica que troca dignidade por tutela e confunde moralidade com submissão.
Continue readingA Fundação que Falta
A direita portuguesa fala de valores mas ignora o mecanismo que a prende: o controlo da moeda. Sem compreender a política monetária, o conservadorismo torna-se bandeira erguida com grilhões nos pés.
Continue readingA Prisão Digital Que Nos Espera
As CBDCs não são modernização, são controlo total. Quando o estado programa o dinheiro, programa a vida. Um povo cujo saldo pode ser condicionado deixa de ser cidadão e passa a ser súbdito.
Continue readingA Economia da Morte Lenta
O socialismo corrói devagar: mata a vontade antes de matar a economia. Substitui mérito por dependência e transforma um país produtivo numa máquina pesada onde a estagnação se disfarça de “bem comum”.
Continue readingO Socialismo Não Funciona
O socialismo falha sempre porque destrói os sinais que coordenam a vida económica. Onde concentra poder, gera escassez; onde promete igualdade, cria elites. Prosperidade exige liberdade e responsabilidade, não planeamento estatal.
Continue readingQuando o Senso Comum se Tornou Radical
O que sempre foi decência elementar tornou-se “radical” apenas porque o poder precisou de criminalizar o normal para normalizar o absurdo e manter controlo através da linguagem.
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